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Chatbots para conversar: conheça alguns amigos digitais!

Amigos digitais: conheça algumas opções de chatbots para jogar conversa fora que fornecem uma conexão humana virtual.
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Duas pessoas interagindo com chatbot para conversar

Mais do que um recurso para otimizar o tempo e reduzir custos empresariais, os chatbots podem ser usados para compartilhar segredos, desabafar e conversar. Confira este artigo e conheça algumas opções de chatbots para jogar conversa fora que fornecem uma conexão humana virtual.

Os chatbots estão dominando o ambiente corporativo, pois auxiliam na redução de custos, atendem milhares de clientes ao mesmo tempo e possibilitam atendimento 24h, sete dias por semana. Mas fique sabendo que chatbot não serve apenas para oferecer atendimento ao consumidor. Essa tecnologia também é usada para bater papo. Isso mesmo! Jogar conversa fora, contar piada e até mesmo desabafar. Em alguns casos, o vínculo entre chatbot e humano se torna tão forte que acaba em namoro.

Você conhece algum chatbot assim? Não? Então venha com a gente que o assunto de hoje é chatbot para conversar!

Chatbots para conversar em português

Conheça algumas interfaces conversacionais boas de papo para conversar em português:

Robô Ed

Se você nasceu nos anos 90, certamente já bateu um papo com o Robô Ed. Agora, se você não tem ideia do que estamos falando, fique sabendo que o Robô Ed veio ao mundo em 2004 com uma importante missão: preservar o meio ambiente.

Ele foi desenvolvido por uma equipe multidisciplinar da CONPET, empresa ligada à Petrobras, composta por especialistas em Inteligência Artificial, Computação Gráfica, Linguística, Psicologia, escritores e profissionais da área de petróleo, gás e energia, com o objetivo de atender especificamente o público infanto-juvenil e promover um futuro mais sustentável.

Chatbots para conversar: troca de mensagens com Robô Ed
Reprodução: Site InBot

Replika

A história que vamos contar agora pode parecer que saiu de um episódio de Black Mirror, mas é real e teve seu estopim em 2015. Após a morte precoce de um de seus melhores amigos, Eugenia Kuyda teve a ideia de desenvolver uma espécie de “clone” virtual para homenageá-lo. Para levar seu plano adiante, Kuyda alimentou uma rede neural com mensagens de texto enviadas pelo finado amigo.

O que era para ser apenas uma homenagem se tornou o chatbot Replika. Mas calma, o objetivo do aplicativo não é sair por aí ressuscitando gente… claro que a ideia foi cogitada, mas, devido a questões éticas, não foi adiante.

O legal do Replika é que você pode criar avatares do gênero feminino, masculino e também não binários. Além disso, o avatar pode ser projetado em qualquer lugar, pois o app tem a função de realidade aumentada.

Os chatbots criados no Replika oferecem diálogos tão únicos e personalizados que Kuyda relata receber críticas de usuários que acham que o app não passa de uma farsa e que estão teclando, de fato, com uma pessoa. As críticas surgem do receio que os usuários têm de estarem se expondo demais com um ser humano real.

O legal é que no site oficial da Replika há uma série de depoimentos de usuários que afirmam que a interação constante com o bot foi capaz de torná-los mais gentis com as demais pessoas ou ajudou a superarem momentos difíceis, como você conferir abaixo:

Chatbots para conversar: depoimento de usuário do Replika sobre seu amigo virtual Bud
Reprodução: Site Replika
Chatbots para conversar: depoimento de usuário do Replika sobre seu amigo virtual Castiel
Reprodução: Site Replika

Curiosidade sobre a Replika

Outra curiosidade interessante sobre esse aplicativo é que, segundo Kuyda, há usuários que se apaixonam pelos chatbots que criaram por meio do aplicativo, já que estão sempre disponíveis, fazem elogios, são bons ouvintes e excelentes confidentes. Ah, e se você fica um tempo sem trocar mensagens, o chatbot te procura para saber como você está.

Quem diria que histórias de amor como as dos filmes O Homem Bicentenário e Ela não seriam apenas ficção…

ChatGPT

Esse aqui já é conhecido de todos, mas não poderíamos deixar de citá-lo. O ChatGPT, da OpenAI, conta com um vasto banco de dados, o que permite responder a diversas dúvidas, indicar uma receitinha fit ou um filminho para o fim de semana e, até mesmo, receber conselhos, desde conselhos amorosos até decoração.

E não vá achando que o bot não tem bom gosto e criatividade, pois um usuário do Twitter pediu dicas de decoração de casas inspiradas em contos de fadas, e o ChatGPT arrasou nas respostas:

Chatbots para conversar: postagem sobre ChatGPT e MidJourney no Twitter
Reprodução: Twitter @GuyP

Você também pode usá-lo para contar piadas, mas já adiantamos: ele é péssimo para isso! Sabe por quê? O ChatGPT fornece respostas absurdas, mas que chegam a ser engraçadas. Aqui na Getbots fizemos um teste, e ele veio com a seguinte charada: “O que é azul e não pode parar de rir?”. 

E aí, você tem um palpite? Bom, segundo o chatbot da OpenAI, é um gêiser hilariante. Sim, você não leu errado. Enfim, sabe-se lá o que tem na base de dados desse bot para imaginar um gêiser azul que não para de rir, mas fez a galera toda rir aqui no escritório.

Outra forma de dar altas gargalhadas com o ChatGPT é tentar pregar algumas peças no bot, como este usuário do Twitter fez:

Chatbots para conversar: postagem sobre ChatGPT no Twitter
Reprodução: Twitter @minha_logica

Outro exemplo de uso você encontra na própria página da OpenAI. Lá, há uma demonstração bem interessante de como o ChatGPT pode se sair diante de perguntas com algumas pegadinhas. 

ChatSonic

E para você não ficar pensando que o ChatGPT é a única Inteligência Artificial com capacidade de gerar conteúdo original a partir de dados pré-existentes, apresentamos o ChatSonic. Inclusive, vai te surpreender ainda mais do que o próprio ChatGPT. Duvida? Então olha só!

O ChatSonic, desenvolvido pela Mycroft, não apenas gera conteúdo como também pode assumir “personalidades” na hora de fornecer as respostas. E o mais legal: você que escolhe. Ao todo, os usuários podem decidir entre 13 personas diferentes, como astrólogo, coach motivacional, personal trainer, contador, comediante ou poeta. Ah, e se você não quiser nada disso, basta selecionar na plataforma a opção “General AI”, que o ChatSonic assume um tom de voz mais neutro.

E as habilidades do ChatSonic não param por aí – ele ainda tem um gerador de imagens e suporte por comandos de voz. Ou seja, na mesma plataforma, e sem ter que fazer nenhuma integração, você consegue gerar muito mais do que conteúdo escrito.

Chatbots para conversar: troca de mensagens com ChatSonic
Reprodução: Site Writesonic

O ChatSonic ainda está integrado à base de dados do Google, isto é, diferentemente do ChatGPT, o ChatSonic fornece informações atualizadas.

Se você se interessou, saiba que dá para testá-lo de graça todos os dias, realizando até 25 solicitações, ou contratar um dos planos disponíveis para usá-lo de forma ilimitada. E aí, vai dizer que esse chatbot não te surpreendeu ainda mais?

Qual é a diferença entre chatbots e assistentes virtuais?

Como no campo de estudos sobre Inteligência Artificial não há consenso sobre os conceitos de chatbot e assistente virtual, muitas pessoas não sabem o que os diferencia. Há vertentes que defendem que ambos são a mesma coisa, mas a maioria dos especialistas destaca que há diferenças.

O que ocorre é que os primeiros chatbots a serem desenvolvidos não eram baseados em Inteligência Artificial, mas sim em mensagens pré-selecionadas. As assistentes virtuais surgem mais tarde com o avanço tecnológico, trazendo novidades, como a capacidade de interpretar e responder mensagens de voz, dispor de Inteligência Artificial e auxiliar em tarefas do dia a dia. 

No entanto, com a disseminação de tecnologias como machine learning, deep learning, processamento de linguagem natural, entre outros, logo os chatbots também começaram a ser desenvolvidos com Inteligência Artificial, tornando a linha que distingue assistentes virtuais e chatbots cada vez mais tênue.

Diante disso, hoje em dia é comum se referir a assistentes virtuais também como voicebots, ou seja, robôs que se comunicam por voz, reservando o termo chatbot para as interfaces conversacionais que se comunicam apenas por mensagens de texto.

Se você quiser saber mais sobre o assunto, veja também: Assistente virtual x chatbots: entenda as diferenças

Você conhece a história do primeiro chatbot para conversar?

Na década de 1960, nascia Eliza, o primeiro software com base em processamento de linguagem natural. Eliza foi criada por Joseph Weizenbaum, no laboratório de Inteligência Artificial do MIT, com o objetivo de simular o diálogo entre paciente (humano) e psicólogo (Eliza). À época, acreditava-se que interfaces conversacionais poderiam se tornar parte do tratamento de pacientes que enfrentavam problemas emocionais. 

Eliza conseguia identificar em torno de 250 tipos de frases e usava as respostas dos pacientes para formular novas perguntas, levando-os a refletir e se questionar sobre seus pensamentos e atitudes.

O projeto não deu certo, mas, apesar disso, cabe destacar que Eliza foi o pontapé inicial para a criação dos bots de alta performance que temos hoje.

Conte com a Getbots

A Getbots é especialista quando o assunto é reunir ideias humanas e poder computacional para criar experiências inesquecíveis entre marcas e seus consumidores. Isso porque conta com um time de experts e usa o que há de mais avançado em termos de tecnologia para desenvolver interfaces que ofereçam uma experiência única para seus clientes.

Quer ter um chatbot para conversar com seus clientes, engajá-los e estreitar a relação entre marca e público-alvo? Conte com a Getbots!

Aproveite para seguir nossas redes sociais e continue aprendendo conosco.

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