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Linguagem neutra: como criar um chatbot mais inclusivo

Quer saber mais sobre a linguagem neutra e como o time da Getbots consegue criar interfaces conversacionais mais inclusivas? Acesse o post e descubra!
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Bandeira do orgulho não binário tremulando ao vento

Se você chegou até aqui, com certeza já se deparou com palavras que substituem os marcadores de gênero “a” e “o” por “x” ou “@”. Há quem chame essa forma de escrita de linguagem neutra ou linguagem não binária, mas há também quem discorde disso, pois o “x” e o “@” são impronunciáveis, além de recursos linguísticos excludentes, como você verá adiante.

A questão é que não basta apenas acrescentar uma letra. Há alguns desafios no momento de adotar uma linguagem mais inclusiva. Mas nada que os Get Members não saibam contornar!

Quer saber mais sobre o assunto e como o time da Getbots desenvolve interfaces conversacionais inclusivas? A gente te conta!

Afinal de contas, o que é linguagem neutra?

Antes de explorar o assunto, é importante que fique bem claro o que é linguagem neutra, que nada mais é do que uma forma de comunicação que busca superar a binaridade entre o feminino e o masculino, a fim de contemplar também pessoas não binárias, ou seja, pessoas que não se sentem representadas por essa dualidade de gêneros.

Pessoa não binária mostrando bandeira do orgulho não binário na mão

Para isso, propõem-se alterações na forma de escrita para remover os marcadores de gêneros das palavras.

Quais os desafios de adotar a linguagem neutra?

Como se lê amigx e parceir@? Então, a dificuldade de pronúncia é um dos desafios no momento de adotar uma linguagem neutra, pois pessoas com alguma dificuldade de leitura, como aquelas que estão sendo alfabetizadas, possuem baixa escolaridade ou que têm dislexia, podem ter seu processo de aprendizagem dificultado.

Assim como nós temos dificuldade de pronunciar determinadas palavras escritas no gênero neutro, as máquinas também, e esse é mais um desafio na hora de adotar a linguagem não binária, uma vez que muitos deficientes visuais usam aplicativos de leitura automática para ter acesso à informação e conhecimento.

Por isso há especialistas que afirmam que substituir “a” e “o” por “x” ou “@” não é linguagem neutra, pois é excludente e capacitista ao não considerar as necessidades de pessoas que estão sendo alfabetizadas, têm baixa escolaridade, dislexia ou deficiência visual, por exemplo.

Deficiente visual usando dispositivo de leitura automática

Você deve estar pensando: “Oras, se ‘x’ e ‘@’ não representam som ou não se adaptam às regras fonotáticas, basta usar o ‘e’, não?”. E é aí que surge mais um desafio. Quando se altera uma palavra com marcação de gênero, não será apenas essa palavra a ser modificada, mas toda a frase, já que nosso idioma exige concordância de gênero em outros elementos, além do substantivo.

Especialistas em linguística ainda afirmam que o elemento que marca o gênero do substantivo é o artigo, e não a última letra da palavra. Um exemplo que demonstra isso é o termo “estudante”, um substantivo comum de dois gêneros, ou seja, o que define o gênero do substantivo é o artigo que o antecede (a estudante, o estudante).

Tá, e agora? Como adotar uma linguagem neutra sem cair nesse monte de armadilhas? É o que vamos te mostrar a seguir!

Como adotar a linguagem neutra em chatbots?

Veja como adotar uma linguagem realmente inclusiva logo abaixo:

Evite artigos e pronomes marcadores de gênero

Em vez de escrever “os clientes” ou “nossos clientes”, opte por ocultar os artigos (a, as, o, os) e os pronomes (nossa, nossas, nosso, nossos). 

Por exemplo:

Os clientes costumam entrar em contato por meio de redes sociais.

Clientes costumam entrar em contato por meio de redes sociais.

Se você já é nosso cliente, não se esqueça de solicitar o cartão fidelidade da (nome da empresa).

Se você é cliente da (nome da empresa), não se esqueça de solicitar o cartão fidelidade.

Substitua palavras que denotem gênero

É possível reformular frases com o objetivo de substituir marcadores de gênero por alternativas mais inclusivas com o uso de pequenos recursos e um pouco de criatividade.

Por exemplo:

O perfil do consumidor de hoje é muito diferente do que tínhamos há algum tempo.

O perfil de consumo de hoje é muito diferente do que tínhamos há algum tempo.

Obrigado pela preferência!

Agradecemos a preferência!

Bem-vindo a nossa central de atendimento!

Boas-vindas a nossa central de atendimento!

O chatbot só coleta dados dos usuários que aceitam fornecê-los.

O chatbot só coleta dados das pessoas usuárias que aceitam fornecê-los.

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Prefira substantivos coletivos

Mais uma dica para tornar a linguagem mais inclusiva é substituir substantivos femininos e masculinos por substantivos coletivos, já que não denotam gênero.

Por exemplo:

Contamos com funcionários altamente especializados.

Contamos com um time altamente especializado.

Contamos com um grupo de profissionais altamente especializado.

Cabe dizer que há quem construa frases como “bom dia a todos e a todas” ou “seja nosso(a) cliente” com o objetivo de ser mais inclusivo, mas esquece que há pessoas não binárias que permanecem esquecidas mesmo após essas alterações. Então, antes de publicar ou enviar algo, certifique-se de que as alterações de fato tornam as frases representativas.

Viu como adotar uma linguagem mais inclusiva não é tão difícil assim? Aqui na Getbots, optamos por essa forma de comunicação, pois nem sempre há como saber o gênero de quem o bot vai atender ou se a pessoa se identifica com um dos dois gêneros. Além disso, a linguagem inclusiva abrange pessoas não binárias e não exclui outras minorias, como deficientes visuais e pessoas com baixa escolaridade.

Quer conhecer um chatbot que usa linguagem inclusiva? Então entre em contato com a gente via WhatsApp para conversar com o chatbot da Getbots e saber mais sobre o nosso serviço de desenvolvimento de bots!

Conheça as soluções que a Getbots pode fazer para o seu negócio em getbots.com.br

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