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Chatbot: história, evolução e futuro da ferramenta

Os chatbots vêm conquistando cada vez mais espaço no nosso dia a dia. Mas você já parou pra pensar como tudo começou e como eles evoluíram até se tornarem os chatbots que conhecemos hoje? Não? Então confira este artigo e saiba mais sobre a origem e evolução dessa incrível tecnologia!
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Mão robótica representando a evolução e o futuro do chatbot.

Os chatbots têm se tornado cada vez mais comuns no dia a dia das pessoas e das empresas devido à série de benefícios que oferecem, resultado de anos de pesquisas na área. Você sabe como tudo começou e como a tecnologia evoluiu até chegar nos chatbots que conhecemos hoje? E o famoso ChatGPT, como se encaixa nessa história? Essas e outras questões serão abordadas neste artigo. Então, prepare-se e vamos nessa!

Do Teste de Turing à Inteligência Artificial Generativa

Desde a década de 1950, o Teste de Turing tem sido um dos principais marcos no desenvolvimento da inteligência artificial. Criado pelo matemático Alan Turing, o teste buscava avaliar a capacidade de um computador imitar a inteligência humana de forma convincente. Desde então, muitos avanços foram feitos na área. E você pensando que chatbot era coisa recente, né? Para chegar ao nível que chegamos hoje, passaram-se anos de estudo e testes.

Inclusive, os primeiros modelos de inteligência artificial eram baseados em sistemas de regras para tomar decisões e resolver problemas. Esses sistemas eram limitados por sua incapacidade de aprender e se adaptar a novas situações, o que limitava sua utilidade prática.

Nos anos 80, isso começou a mudar com o surgimento das redes neurais artificiais, inspiradas no funcionamento do cérebro humano. Sim, isso mesmo que você leu! Mas fique sabendo que foi apenas com o advento da internet que a inteligência artificial decolou pra valer. 

Isso porque o acesso à internet impulsionou o aumento do volume de dados disponíveis, permitindo que os pesquisadores explorassem mais profundamente a capacidade de aprendizado das redes neurais a partir desses dados.

Mais recentemente, em 2014, o cientista da computação Ian Goodfellow desenvolveu a inteligência artificial generativa, que tem como principal expoente – sim, ele mesmo – o ChatGPT. Cabe dizer que Goodfellow não criou o ChatGPT, mas sim a tecnologia que está por trás dele e de demais modelos de inteligência artificial generativa, como o Bard do Google e o LLaMA da Meta.

Impacto do ChatGPT na história dos chatbots

O ChatGPT é considerado pelos especialistas como um dos mais recentes e exitosos exemplos de inteligência artificial generativa. Mas, afinal de contas, o que é isso?

Pois bem, a inteligência artificial generativa nada mais é do que um subcampo da inteligência artificial que envolve o uso de técnicas de aprendizado de máquina para criar novos dados ou conteúdo autônomo, como imagens, vídeos, músicas, textos e até mesmo códigos de programação. Haja talento!

Brincadeiras à parte, a questão é que, enquanto as outras formas de inteligência artificial são treinadas para realizar tarefas específicas, como classificar imagens, prever resultados ou recomendar ações, a inteligência artificial generativa é treinada para aprender a partir de exemplos e gerar novos dados que sejam semelhantes aos dados de entrada, mas sem repeti-los, claro, abrindo um leque de novas oportunidades de uso da inteligência artificial.

O futuro dos chatbots

Prever o futuro dos chatbots é uma tarefa desafiadora – convenhamos –, já que até mesmo um exemplo de sucesso como o ChatGPT ainda tem suas limitações. Além disso, vale lembrar que o uso de inteligências artificiais generativas é objeto de debate atualmente, pois há questões éticas envolvendo seu uso – especialmente quando se trata de redação de textos acadêmicos e uso em ambientes escolares, o que deixa ainda mais difícil essa missão.

Por hora, é possível presumir que, conforme essa tecnologia avançar, serão intensificadas as suas formas de uso atuais, como atendimento ao cliente, suporte técnico, vendas, marketing, realização de reservas e pedidos, entre outros.

Além disso, desde o lançamento do ChatGPT, os usuários têm experimentado novas formas de uso de inteligência artificial, como, por exemplo:

  • Criação de designs de vestimentas, acessórios e calçados;
  • Elaboração de documentos jurídicos;
  • Sugestões de decoração;
  • Aprimoramento de códigos de programação;
  • Desenvolvimento de personagens, ambientes e histórias para jogos de videogame;
  • Geração de imagens e ilustrações.

A possibilidade de uso de inteligência artificial para realizar essas atividades impactará tanto a produtividade dos profissionais que poderão se beneficiar delas quanto o fornecimento de maior autonomia às pessoas que não dependerão de conhecimento especializado para desempenhar determinadas tarefas.

E já que entramos nesse assunto polêmico, quanto ao mercado de trabalho, a substituição massiva de profissionais humanos pelas inteligências artificiais atuais ainda é improvável, mas isso não significa que não haverá mudanças, pois como as inteligências artificiais beneficiam as empresas de diferentes formas, os profissionais com experiência no uso dessas tecnologias certamente se destacarão.

Já aqueles que não se adaptarem a essa nova realidade poderão encontrar dificuldades para conquistar boas oportunidades de trabalho. Então, é bom ficar de olho e se preparar para as mudanças que estão por vir, beleza?

Chatbot: uma ferramenta indispensável às empresas

Nos últimos anos, a tecnologia tem avançado rapidamente e transformado o modo como as empresas interagem com seus clientes. Uma das inovações que tem ganhado destaque são os chatbots, pois eles apresentam uma série de vantagens para as empresas e consumidores, sendo a redução de custos, a otimização do atendimento ao cliente e o aumento da produtividade apenas alguns exemplos.

A partir daí, a tendência é que os bots se tornem cada vez mais presentes no nosso dia a dia, pois estamos nos acostumando com as facilidades proporcionadas por essa tecnologia e, com o tempo, dificilmente iremos nos conformar em ficar mais de 15 minutos aguardando para sermos atendidos. Aliás, nem um minuto sequer!

Ou seja, as empresas que não se adaptarem às novas tendências do mercado correm o risco de ficar para trás da concorrência. Então, se dia menos dia você terá que se render aos chatbots para se adequar ao mercado, por que não fazer isso agora e sair na frente da concorrência, hein?

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